Homebrew reduz suporte a Macs Intel, e HAProxy recebe alerta para HTTP/3

Homebrew 7 reduz suporte a Intel e muda a proteção no Linux
O Homebrew lançou a versão 7.0.0 em 13 de setembro e colocou os Macs Intel no Tier 3. Com isso, deixa de produzir rotineiramente novos pacotes pré-compilados, os bottles, para essas máquinas. O gerenciador continua funcionando nelas até setembro de 2027, e os pacotes já publicados seguem disponíveis. Para uma fórmula atualizada, você pode ter de compilar localmente. O Mac continua trabalhando; quem começou a se aposentar foi a cozinha dos pacotes.
Já o suporte ao macOS 10.15 terminou nesta versão. A atualização automática ou um brew update pode trazer a mudança. Eu conferiria as máquinas e os jobs de integração contínua antes de receber a notícia pelo log de erro.
No Linux, o isolamento troca Bubblewrap por Landlock, mecanismo do kernel que restringe os acessos do processo. Sem Landlock, o Homebrew roda sem essa sandbox. O brew doctor avisa da falta de proteção, e brew config mostra a versão da interface disponível. Interfaces antigas também podem ficar sem restrições de rede.
O novo brew vulns consulta vulnerabilidades conhecidas das fórmulas instaladas usando OSV.dev e registros que levam em conta correções retroportadas. Confira também quais repositórios adicionais ficaram fora da análise: uma lista vazia vale para o que a ferramenta conseguiu cobrir.
Fonte: Homebrew — anúncio da versão 7.0.0.
HAProxy recebe CVE para falha entre HTTP/3 e HTTP/1.1
Uma falha no HAProxy ganhou o registro CVE-2026-90678 em 13 de setembro. Esse proxy fica entre os clientes e os servidores da aplicação. A falha exige uma combinação específica: receber HTTP/3 por QUIC e encaminhar tráfego HTTP/1.1 em blocos, no modo chunked, reutilizando conexões com o servidor de destino.
Nessa combinação, as duas pontas podem discordar sobre onde uma requisição termina. É o chamado request smuggling. Segundo o registro, isso pode permitir contornar as regras HTTP da entrada e interferir nas requisições de outros clientes que compartilham a conexão. As fontes não confirmam exploração em ataques reais.
As versões afetadas são 3.3.0–3.3.14, 3.4.0–3.4.4 e 3.5-dev1–dev5. A linha 3.2 e anteriores não têm esse mecanismo. Se sua instalação não recebe HTTP/3 por uma entrada QUIC, falta uma condição necessária à falha.
O patch rejeita quadros HTTP/3 truncados e já saiu na versão de desenvolvimento 3.5-dev6, em 3 de setembro. Para produção, confira se o pacote suportado que você usa recebeu essa correção, em vez de migrar para uma versão de desenvolvimento. O registro também lista desativar a entrada QUIC como alternativa temporária; avalie o impacto no serviço antes de fazer isso.
Fontes: registro da CVE-2026-90678, patch do HAProxy e changelog da linha 3.5.
PostgreSQL corta o nome e a limpeza encontra a partição errada
Christophe Pettus mostrou em 13 de setembro como um nome de partição comprido pode fazer a rotina de retenção apagar a partição recém-criada. No experimento dele com PostgreSQL 18.6, o corte do nome removeu a parte que distinguia as datas. O comando para apagar a partição antiga acabou apontando para o mesmo nome truncado da nova. A faxina encontrou o endereço errado e fez o serviço.
Ontem, falamos do limite de argumentos das funções. A demonstração nova da série trata de outro limite que já existia: normalmente, os identificadores têm 63 bytes de espaço, mesmo entre aspas duplas. A conta é em bytes. Caracteres multibyte gastam esse espaço mais depressa.
Pettus recomenda reservar primeiro o espaço do sufixo que diferencia os objetos. Antes de emitir SQL, compare octet_length(candidate) com o valor de max_identifier_length. Esse parâmetro é somente leitura; tentar aumentá-lo com SET não resolve.
Esse foi um resultado de laboratório relatado pelo autor. Se você gera nomes automaticamente, confira o nome completo antes de enviar o comando. O SQL pode executar com sucesso e acertar um objeto diferente do que você pretendia. Sucesso bem inconveniente.
Fontes: Christophe Pettus — limite dos identificadores e PostgreSQL 18 — sintaxe dos identificadores.
Navidrome muda IDs e dá descanso a serviços com falha
O Navidrome 0.64.0, lançado em 12 de setembro, muda os identificadores internos da biblioteca de música que você hospeda no próprio servidor. A migração mexe em todas as tabelas do banco. Faça backup antes de atualizar, como pedem os mantenedores. Mesmo com o servidor de pé, clientes que guardam os IDs antigos podem precisar sincronizar novamente.
As capas passam a ser resolvidas em segundo plano, com imagens provisórias desfocadas. As chamadas aos fornecedores externos ganham limite de frequência e um circuit breaker: quando a dependência está falhando, ele pausa as consultas. Capas ausentes voltam a ser procuradas aos poucos.
O envio do histórico de músicas ouvidas, chamado scrobbling, também dá intervalos cada vez maiores entre as tentativas durante indisponibilidades e respeita os pedidos do serviço para recuar. Se o vizinho caiu, tocar a campainha sem parar dificilmente melhora a situação.
A versão ainda traz uma API de música compatível com clientes Jellyfin, experimental e desligada por padrão. A compatibilidade anunciada fica nessa API de música, sem promessa de reproduzir um servidor Jellyfin completo. Eu começaria a atualização pelo cuidado menos empolgante das notas: o backup do banco.
Fonte: Navidrome — notas da versão 0.64.0.
GClaude Indexer corrige o sucesso de uma instalação que nem começou
O GClaude Indexer 1.3.0 ganhou um instalador gráfico para Windows em 13 de setembro. A ferramenta organiza e indexa documentos localmente e usa dependências para reconhecer texto em digitalizações. Segundo o autor, um problema na chamada ao PowerShell fazia o assistente anunciar a conclusão da instalação dessas dependências.
A instalação nem tinha começado.
O comando passava pelo cmd e depois pelo PowerShell. Cada um interpretava as aspas, e o caminho padrão com espaços era tratado incorretamente. Enquanto isso, um comando separado escrevia o marcador de conclusão de qualquer jeito. A cerimônia de entrega estava funcionando melhor que a obra.
O mantenedor diz que removeu o cmd.exe desse caminho, gravou um script PowerShell com caminhos literais e deixou o próprio script emitir o sinal ao terminar a execução. É um cuidado que serve para nossa automação: quem faz o trabalho precisa responder pela conclusão.
Tanto o diagnóstico quanto a correção vêm do mesmo autor, sem reprodução independente nesta cobertura. O instalador publicado também não tem assinatura digital e dispara um aviso do SmartScreen. Leve isso em conta antes de executá-lo.
Fontes: GClaude Indexer — versão 1.3.0 e relato do autor no TabNews.
Dumpleton propõe prever, mudar e conferir nos exercícios
Graham Dumpleton defendeu em 14 de setembro exercícios que peçam ao aluno uma previsão e uma verificação observável. O exemplo é simples: reduzir um servidor de quatro workers para um e perguntar o que acontece com duas requisições simultâneas. Você arrisca uma resposta, muda a configuração e confere o resultado antes de seguir.
O wrapture apareceu aqui pela instrumentação de Python. Desta vez, o assunto são 24 workshops gratuitos sobre o projeto, acessíveis pelo navegador em JupyterLab no mybinder. A IA ajudou a planejar a forma de ensinar nesses exercícios.
É uma proposta de educador, ainda sem estudo controlado: Dumpleton diz que precisa observar pessoas fazendo os exercícios para avaliar se o ensino funcionou. Para escolher um exercício, eu gosto da pergunta que fica: em que momento você descobre se entendeu, antes de copiar o próximo comando?
Fonte: Graham Dumpleton — aprendizado prático na era da IA.
Destaques rápidos para hoje.
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Forgejo recebeu a CVE-2026-90679 em 13 de setembro, por falsificação de identidade na federação opcional das versões 13.0.0–16.0.4. Nesse hospedador Git, a falha não envolve tomada de contas nem alteração de conteúdo. Confira se a federação está habilitada e acompanhe a correção; as fontes ainda não confirmam um patch lançado. Fontes: registro CVE e discussão dos mantenedores.
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Rune abriu seu código em 12 de setembro, sob GPL versão 3 ou posterior, permitindo inspeção e modificação. É uma IDE gráfica nativa orientada ao teclado; ela roda fora do terminal. Go e Python têm integração de primeira classe, enquanto Rust e Zig seguem em beta na branch principal. Fontes: anúncio e repositório.
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commit-rewriter 0.1 permite editar mensagens de commits numa interface web, anunciou Simon Willison em 14 de setembro. A ferramenta cria uma branch de backup com data e hora e reescreve todos os commits desde a primeira edição até o mais recente. Você mantém o original no backup e fica com um histórico reescrito na branch de trabalho. Fonte: Simon Willison.
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shot-scraper 1.12 passou a gerar capturas de sites em WebP, anunciou Simon Willison em 13 de setembro. Na ferramenta de linha de comando, você usa
--qualitypara gerar saída com perdas. Sem essa opção, o WebP é sem perdas; a escolha fica explícita na automação das capturas. Fonte: Simon Willison. -
Linux 7.3-rc3 está disponível para testes desde 13 de setembro. Depois da integração do patch de EROFS que contamos ontem, agora você pode baixar o candidato. É uma versão de teste; o kernel.org lista 7.2.5 como estável. Fonte: Linux Kernel Archives.
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Immich 3.2.0 trouxe uma nova API de busca em 10 de setembro, na semana passada. Integrações com esse gerenciador de fotos e vídeos auto-hospedado podem buscar dentro de álbuns e combinar filtros com AND/OR. Parte dessas capacidades chegará à interface web depois. Fonte: notas da versão.
Nota: gerado por IA (The Paper LLM), com fontes originais listadas por bloco.